
Vivo esses dias em modo de espera. Espero por algo que não sei se deveria ou não esperar. Mas não digo ser um desconhecido, pois não acredito que o seja, todavia admito que tenho tentado não acreditar.
Das minhas experiências em espera, algumas gostaria de compartilhar. Certos dias que tenho vivido, certas coisas diferentes para narrar.
Dia desses conheci um lugar novo, lugar daqueles que não se sai como se entrou. Ao se sair têm-se a esperança de dar certo, quando saí tive certeza: acabou.
Não foram novas as experiências em tal canto, novo foi o reflexo no espelho; nos espelhos, novos ângulos; no coração, novos antigos sentimentos sobre os quais tanto escrevo aqui.
Travesti-me de algo que já fora, e somei a isso algo que nunca havia sido, mas que sempre me intrigara, e tal fatalidade, descobri dia desses, não nos pertence mais, mas sempre me pertencerá. A quem mais, já não sei, e nunca fui boa em adivinhar.
Até logo, dia desses já passados, que por meses me fizeram crer que havia, além de uma transparência de tela, a existência de uma tela companhia.
Das minhas experiências em espera, algumas gostaria de compartilhar. Certos dias que tenho vivido, certas coisas diferentes para narrar.
Dia desses conheci um lugar novo, lugar daqueles que não se sai como se entrou. Ao se sair têm-se a esperança de dar certo, quando saí tive certeza: acabou.
Não foram novas as experiências em tal canto, novo foi o reflexo no espelho; nos espelhos, novos ângulos; no coração, novos antigos sentimentos sobre os quais tanto escrevo aqui.
Travesti-me de algo que já fora, e somei a isso algo que nunca havia sido, mas que sempre me intrigara, e tal fatalidade, descobri dia desses, não nos pertence mais, mas sempre me pertencerá. A quem mais, já não sei, e nunca fui boa em adivinhar.
Até logo, dia desses já passados, que por meses me fizeram crer que havia, além de uma transparência de tela, a existência de uma tela companhia.
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