O que é um coração que dói com a lembrança mais sutil de um tempo longínquo que, para uma das personagens precursoras dessa lembrança, não passou de algo para fazer em um dia de sol?
O que é uma voz que se cala sufocada com as lágrimas e com a raiva súbita que aparece após as falas de certa pessoa, que outrora usava sua voz como instrumento para espalhar felicidade a um coração tantas vezes sem vida, mas que agora a utiliza para matar continua e diariamente este mesmo coração?
O que é um olhar de desespero ao fitar a face de um ser antes tão querido e importante, tão valorizado em suas relações, e atualmente causador de angústia e visão desfocada pelo choro diário?
O que é um gesto de contenção ante uma situação inacreditável, visto que nunca poderia esperar dele certas atitudes tão baixas e vis?
O que é o silêncio, no princípio modo de deixar apenas os sentimentos transmitirem informações, mas atualmente a única forma de não enlouquecer ao presenciar determinadas cenas?
O que é o disfarce, que nem ao menos existia, e se existia não se manifestava, mas que agora é companhia diária da outra personagem precursora de tão doce e amarga lembrança?
O que é a capacidade de colocar sentimentos, nunca antes manifestados tão vivamente em palavras incapazes e fracas, quando os mesmo já se exprimiram de forma viva e intensa há certo período de tempo atrás?
O que é o motivo de tantas seqüências de palavras em um só lugar, que não tinham esse costume, que se vangloriavam por não precisarem ser reduzidas à letrinhas ordenadas de um jeito bonitinho, quase métrico, quase correto tecnicamente, e que agora habitam modestamente uma página no arquivo de textos da escritora?
O que é o que é?
É você é você...
O que é uma voz que se cala sufocada com as lágrimas e com a raiva súbita que aparece após as falas de certa pessoa, que outrora usava sua voz como instrumento para espalhar felicidade a um coração tantas vezes sem vida, mas que agora a utiliza para matar continua e diariamente este mesmo coração?
O que é um olhar de desespero ao fitar a face de um ser antes tão querido e importante, tão valorizado em suas relações, e atualmente causador de angústia e visão desfocada pelo choro diário?
O que é um gesto de contenção ante uma situação inacreditável, visto que nunca poderia esperar dele certas atitudes tão baixas e vis?
O que é o silêncio, no princípio modo de deixar apenas os sentimentos transmitirem informações, mas atualmente a única forma de não enlouquecer ao presenciar determinadas cenas?
O que é o disfarce, que nem ao menos existia, e se existia não se manifestava, mas que agora é companhia diária da outra personagem precursora de tão doce e amarga lembrança?
O que é a capacidade de colocar sentimentos, nunca antes manifestados tão vivamente em palavras incapazes e fracas, quando os mesmo já se exprimiram de forma viva e intensa há certo período de tempo atrás?
O que é o motivo de tantas seqüências de palavras em um só lugar, que não tinham esse costume, que se vangloriavam por não precisarem ser reduzidas à letrinhas ordenadas de um jeito bonitinho, quase métrico, quase correto tecnicamente, e que agora habitam modestamente uma página no arquivo de textos da escritora?
O que é o que é?
É você é você...
2 comentários:
Você? Ficou vago. =P
Por exemplo, eu, leitor, não me responsabilizo por nada disso ^^
Até porque segundo a minha interpretação da visão do titio Nietzsche a moral é falsa verdade tal qual a responsabilidade.
Eu sei =P
Era só pra te pertubar e fazer propaganda do tio Nietzsche. =D
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