terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Não vou participar

Eu não vou cooperar com essa matança.
Eu não vou financiar a morte em escala industrial, nem em escala caseira, nem em escala alguma.
Eu não vou contribuir para que os oceanos se tornem cada vez mais ácidos, matando todas as espécies de vida que dele dependem e, conseqüentemente, afetando os terrestres também, visto que SEM OXIGÊNIO NÃO vivemos, lembra?
Eu não vou comer a vaquinha que foi criada em um espaço de meio metro, nem a que foi criada numa super fazenda. Ambas sentem dor quando são mortas impiedosamente para colocar mais uma coisa no nosso prato, sabia?
Eu não vou ingerir um animal que deveria estar voando ao invés de estar na minha mesa, morto.
Asas devem bater, corações devem pulsar, e não importa a quantos churrascos você for, isso não mudará.
Lugar de peixe é nos rios e oceanos, respirando, vivendo, não no meu estômago.
”Frutos do mar” é apelação! Vá procurar a árvore de lagostas, caranguejos e siris debaixo d’água, certo?
Não há nada de saudável em comer cadáveres, pergunte aos coveiros e legistas.
Não vou vestir casaquinho, sapatinho ou usar bolsinha que tenha como matéria prima um SER SENSÍVEL. Porque acredite, ele está em você, e te acompanhará para sempre. Você já conversou com o seu guarda-roupa hoje?
E não, não quero nem saber se o biscoitinho é gostoso, se não dá nem pra ver... Insetos também sentem, e o seu TRAKINAS sabe disso. » corchonilla
Também não me importo se os transgênicos são uma “alternativa para a crescente demanda alimentar da população mundial”. Eu não vou me matar aos poucos e não vou contribuir para o desmatamento da Amazônia. Além de que não vejo o pessoal na África ou no meu próprio país se alimentando mais ou melhor por causa deles.
Ainda se pergunta o motivo pelo qual sou vegetariana?
Bem, se ainda não entendeu... Sou vegetariana por amor à vida. À vida de todos os habitantes do nosso planeta: plantas e animais humanos e não humanos.

2 comentários:

Caio Alexandre Da Silva disse...

Participar?

Eu não vou cooperar com essa matança.
Eu não vou financiar a morte em escala industrial, nem em escala caseira, nem em escala alguma.
Eu não vou contribuir para que os alfaces se tornem cada vez mais escassos, matarei todas as espécies de vida que deles dependem, visto que SEM OXIGÊNIO NÃO vivemos, lembra?
Eu não vou comer a cenourinha que foi criada em um espaço de meio metro, nem a que foi criada numa super fazenda. Ambas sentem dor quando são arrancadas impiedosamente para colocar mais uma coisa no nosso prato, sabia?
Eu não vou ingerir um vegetal que deveria estar enterrado ao invés de estar na minha mesa, morto.
Alfafas devem nascer, feijões devem brotar, e não importa a quantos hortos você for, isso não mudará.
Lugar de laranjas é nas árvores e florestas, respirando, vivendo, não no meu estômago.
”Frutos” é apelação! Vá procurar a árvore de lagostas, caranguejos e siris debaixo d’água que é melhor.
Não há nada de saudável em comer alfaces, pergunte aos coveiros e legistas (eles provavelmente não sabem).

Não vou vestir casaquinho, sapatinho ou usar bolsinha que tenha como matéria prima um SER SENSÍVEL. Porque acredite, ele está em você, e te acompanhará para sempre. Você já conversou com o seu guarda-roupa hoje?
E não, não quero nem saber se o biscoitinho é gostoso, se não dá nem pra ver que tem farinha nele! Pergunte ao seu NEGRESCO!
Também não me importo se os transgênicos são uma “alternativa para a crescente demanda alimentar da população mundial”. Eu não vou me matar aos poucos e não vou contribuir para o desmatamento da Amazônia (COMENDO-A). Além de que não vejo o pessoal na África ou no meu próprio país se alimentando mais ou melhor por causa deles.
Ainda se pergunta o motivo pelo qual sou Carnívoro?
Bem, se ainda não entendeu... Sou Carnívoro por amor à vida dos alfaces, à vida de todos os habitantes VERDES do nosso planeta: Plantas.

Quem ama come, CARNE. xD

Nathália. disse...

E pensar que você agora é VEGAN, Caio, que orgulho!