Achei que nunca aconteceria, que não precisaria me preocupar, me encher de dúvidas.
Achei que seria diferente.
Não foi.
Foi igual, foi pior.
Foi pior porque eu não esperava, eu confiei e não esperei.
Eu confiei e errei.
Eu perdoei.
E agora, meu bem, devo desconfiar?
Não vai se repetir?
Ou será como foi antes, dizer-me que nada havia, haver o que nunca dizia.
Mentir como há muito não via.
E agora, meu bem, és só meu ou estás repartido?
Se estiver, me diga por agora, tu bem sabes que não perdoarei mais.
E agora, meu bem, o que devo esperar?
Um final feliz, finalmente?
Ou devo deixar de te amar?
E agora, és ainda meu bem?
Queres ainda meu bem?
Achei que seria diferente.
Não foi.
Foi igual, foi pior.
Foi pior porque eu não esperava, eu confiei e não esperei.
Eu confiei e errei.
Eu perdoei.
E agora, meu bem, devo desconfiar?
Não vai se repetir?
Ou será como foi antes, dizer-me que nada havia, haver o que nunca dizia.
Mentir como há muito não via.
E agora, meu bem, és só meu ou estás repartido?
Se estiver, me diga por agora, tu bem sabes que não perdoarei mais.
E agora, meu bem, o que devo esperar?
Um final feliz, finalmente?
Ou devo deixar de te amar?
E agora, és ainda meu bem?
Queres ainda meu bem?
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