sábado, 16 de fevereiro de 2008

Da Aprendiz de Poetisa

Um dia me disseram para não botar floreios nos sentimentos.
Não entendi.
Um dia percebi o motivo pelo qual me haviam dito aquilo antes.
Não sei o que são floreios. Não os uso, de certo. O que se passa comigo não é a necessidade de embelezar os sentimentos para colocá-los em textos ou versos, mas apenas a necessidade de transformar o que há dentro de mim em algo “entendível” para as outras pessoas.
Assim sendo, acabo por usar expressões e construções que são associadas à quantidade e intensidade muitas vezes maior ou menor do que as quais lhe cabem de fato. Por esse motivo bastante simples, tomei por base o princípio (eu e meus princípios, deles não consigo largar) não de não florear, mas sim de não verbalizar, ou melhor, de não exteriorizar de qualquer modo o que há, esteve ou estará dentro de mim. Logo, poucas frases surgirão, e sempre com ambigüidade, para que não haja tantos aborrecimentos e incompreensões futuras.
Grata desde já pela atenção, sua mais nova aprendiz de poetisa de versos pobres em graciosidade, Nathália Jaimovich.

Um comentário:

Anônimo disse...

ahora si he comprendido todo, lol.
y pues aunque no es igual a los anteriores pero me da a conocer varias cosas de las cuales yo tenia la curiosidad por saber...
te doy muchas gracias a nombre de todos por darnos a conocer sus pensamientos y por explicarnos...
siga asi...

-Juan Carlos López-