ELA era popular, ELE era o cara normal. E a OUTRA, a OUTRA nem existia naquela época.
ELA se dava bem como todo o mundo. E ELE, por fazer parte do mundo dELA, também.
Mas a garota popular, depois de um tempo, cansou e decidiu terminar.
ELE aceitou, mas não sem chorar.
Mas, como o tempo passa tudo, fez a lágrima secar.
ELE, por acaso-engano do destino, a OUTRA conheceu.
E, ao que parecia, o que ELE sentia por ELA faleceu.
A OUTRA não pertencia àquele mundo, nem sabia que aquilo existia. O que a OUTRA sabia era que ELE a feliz fazia.
Mas ELA voltou atrás, por amor, posse ou orgulho ferido. Queria novamente o que era seu por destino, quis resgatar seu presente.
E ELE, ELE disse à OUTRA que ELA queria. E a OUTRA, inocente, que nada de amar sabia, confiou no que ELE dizia "Nunca vou te magoar".
ELE disse que iria pegar suas coisas na casa dELA: roupas, DVDs e o disco do Pixinguinha. E foi.
A OUTRA, preocupada, perguntou como fôra.
"Tranquilíssimo"
ELA era popular, tinham amigos em comum, e uma dessas amigas anos faria.
ELE ia, ELA também.
A OUTRA ficaria.
ELA havia ligado, queria voltar.
"Tranquilíssimo"
ELE disse à OUTRA que pra ELA não voltaria.
Mas a OUTRA não iria.
Comentários a OUTRA já não mais fazia, pois ELA não gostaria.
"Tranquilíssimo"
Namorando estavam, mas o mundo não sabia.
Armadilha?
Com ELA lá ELE se encontraria.
Maravilha.
E a OUTRA lá não estaria.
O que não podia?
Se o mundo dos dois soubesse da OUTRA?
Como pôde trocá-la por OUTRA?
Como explicaria?
Não diria.
É segredo, não conte a ninguém, mas o mundo O quer com ELA, e ELA também.
E sozinho iria, pois não tem ninguém.
O que a OUTRA faria?
Respeitaria a ELE e a maioria.
Pegaria suas coisas... nada tinha.
Partiria.
Eles viveram felizes para sempre.
Fim.
Texto de 24/03/2011
Talvez este texto não seja verídico, mas é belo.
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